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Chega de drama!

Às vezes eu me pego pensando, como é que eu cheguei tão longe em minha carreira sendo “tão cruel” com meus clientes? “Humm, como assim ‘cruel’?”, você deve estar pensando! A maioria dos psicólogos e coaches adota uma postura de “bonzinho”. Isso lhes garante mais clientes, por mais tempo. A grande maioria das pessoas não busca um psicólogo ou coach para resolver problemas, o que elas querem é alguém que as escute com atenção e no final diga empaticamente: “Nossa, você passou por tudo isso?”, “Você está certo!”, “Eu também me sentiria assim se tivesse passado por isso”… Validação é o que as pessoas buscam, não solução! Leia o artigo

O tempo passa, você sabia?!

Há 15 anos vou pescar salmão todo verão com meu vizinho Ted, que é também um ex-colega de faculdade. Devido às nossas vidas profissionais, raramente nos vemos durante o resto do ano, então esta é a oportunidade que temos de nos atualizarmos um sobre a vida do outro. Leia o artigo

A busca da excelência

Um de meus mentores foi Jack Canfield. Talvez você não o conheça, mas Jack é dos mais renomados autores na área de auto-ajuda e também um coach muito respeitado. Na época em que comecei a trabalhar com Jack, ele já não estava mais atuando como coach individual para muitas pessoas, ele tinha pouquíssimos e selecionados clientes.

Para ser aceito como mentorado de Jack, tive que passar por um teste que me fez sentir como se estivesse passando por uma entrevista de emprego! Conversas e mais conversas, dinâmicas de grupo, jogos… A situação toda era “esquisita” – era eu quem estava contratando o profissional, mas para poder pagar por seus serviços, tive que ser selecionado como um estagiário! Leia o artigo

A falsa motivação

Há pessoas que são dependentes de “artefatos” motivacionais, seja uma mensagem, um texto, um livro, uma pessoa, uma idéia, uma música, um filme… Por um breve momento, elas “emprestam” a energia daquele artefato para tocarem a vida, mas aquele combustível acaba… e muito rápido!

Resolvi escrever este artigo porque a minha experiência me diz que há muitas pessoas que ainda não deixaram cair a ficha, que ainda continuam atrás de um combustível efêmero para prosseguirem com suas vidas. A energia fornecida por esses artefatos é responsável por uma falsa motivação, uma motivação vazia. Algumas pessoas se viciam nesses elementos, tornam-se  dependentes e não conseguem se sentir bem e tocar a vida sem eles. Conheço pessoas que toda manhã precisam ler uma mensagem daqueles livrinhos de cabeceira para começar o dia! Leia o artigo

Você precisa ter uma conversa séria consigo mesmo!

Sabe quando um pai chama um filho adolescente que anda tropeçando na vida para sentar e ter uma conversa séria? Não é que o jovem em questão não tenha conhecimento dos seus erros e tropeços, pois ele tem. O problema é que ele deliberadamente faz suas escolhas de forma errada. O pai ou a mãe, então, senta com o filho e tem uma conversa séria na tentativa de alertá-lo para o futuro que ele está construindo através de suas decisões.

É comum nós, profissionais do desenvolvimento pessoal, ouvirmos comentários do tipo: “Essas coisas todo mundo sabe”, “Nunca li nada de novo num livro de auto-ajuda”, você sabe como é, talvez você mesmo pense assim! Eu sempre respondo perguntando para a pessoa: você é uma pessoa altamente bem sucedida, então, não é?! Claro, pois se você já sabe tudo isso, sua vida deve ser uma maravilha, um mar de prosperidade, paz, motivação e riqueza, certo?! Os que não entendem o “espírito da coisa” me respondem como um garoto adolescente reagindo a um ataque ao seu ego: “A verdade é que essas coisas de auto-ajuda não funcionam, se funcionassem, todo mundo que já leu um livro desses seria bem sucedido”. Leia o artigo

Motivação & Sucesso

Excluindo os visivelmente sortudos que ganharam na loteria, receberam uma herança ou conquistaram algo na vida que é socialmente reconhecido como sucesso sem esforço, me diga: você conhece alguma pessoa bem sucedida que não seja automotivada?

A resposta provavelmente é negativa. Se o indivíduo conquistou o sucesso através de seus próprios esforços, ele deve boa parte de seus resultados à sua capacidade de gerar essa força motriz que se chama motivação.

Quem não é capaz de produzir seu próprio combustível, depende de combustível alheio, externo. Depende de estímulos, incentivos que, na verdade, não geram motivação verdadeira. Leia o artigo

Auto-motivação

A capacidade de se automotivar é uma das mais invejadas e almejadas habilidades humanas. E o motivo é fácil de entender. Uma pessoa que consegue encontrar a motivação dentro de si mesma pode chegar às estrelas.

Ela não depende que ninguém lhe dê um incentivo, não espera que as condições da vida sejam favoráveis, não espera que o governo dê um jeito na economia para que ela possa tomar uma atitude na vida. Não, ela simplesmente possui uma força “misteriosa” que lhe impulsiona para frente. Na verdade, a automotivação é a única verdadeira forma de motivação. Qualquer outra forma de se motivar através de uma fonte externa é artificial, efêmera e condicional. Pense por um momento: quando você se motiva através de um input externo, você se torna dependente daquele incentivo para agir. Sua motivação simplesmente escorre pelo ralo quando esse incentivo é retirado. Leia o artigo

O quão longe você está disposto a ir com você mesmo?

“Quão longe você está disposto a ir com você mesmo?” – John Mackenzie

Em cursos, treinamentos ou seções individuais sobre desenvolvimento pessoal que realizo, essa é a primeira pergunta que faço aos participantes: quão longe você está disposto a ir em seu desenvolvimento pessoal? Quão fundo você está disposto a encarar a sua própria realidade?

A resposta a essa pergunta define se o seu investimento – seja de tempo, atenção ou dinheiro investido num livro, curso, palestra ou terapia – valerá a pena. Na minha experiência, eu vejo que na grande maioria das vezes a resposta é negativa. Seus recursos serão desperdiçados. Leia o artigo